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As Despesas Financeiras e Operacionais e o Marketing

Günther Staub

Publicitário

Nos dias atuais, não é difícil ao pesquisador buscar informações sobre alguma empresa ou setor, pois tem, à sua disposição, incontáveis caminhos e ferramentas para consegui-las, sem sequer precisar de contato direto. A lista destas ferramentas é grande e seria enfadonho enumerá-las.

Por exemplo, os balanços publicados diariamente no Jornal do Comércio oferecem um importante instrumento para análise. Em muitos deles, vemos que as despesas financeiras e operacionais de algumas empresas são muito elevadas e maiores que os recursos destinados a investimentos em inovação, em reequipamento ou em marketing.

Se estendermos nosso olhar para o mercado e a concorrência, veremos que elas têm uma posição desfavorável ou difícil no mercado ou, ainda, sustentam a duras penas suas posições na disputa pelo mercado. O que se pode constatar é que essas despesas estão acima do tecnicamente recomendável e, por isso, podem dificultar, e muito, o desenvolvimento técnico e mercadológico da companhia.

Tais situações são mais comuns do que se imagina. Entre as muitas simulações que se pode fazer, suponhamos realizar uma redução de 5% ou 10% nas despesas. Isso possibilitaria destinar uma parte para propaganda, vendas, promoção de vendas, pesquisa de mercado e ações para reforçar a marca e realizar investimentos. Possibilitaria até reduzir um pouco os preços e, assim, vender mais, o que traria como resultado, um aumento de lucros e a diminuição da despesa financeira. Também permitiria levar a empresa a aumentar seu grau de sustentabilidade. Conheço inúmeros casos de empresas que planejaram e executaram com muita determinação programas similares e, dessa forma, saíram das dificuldades financeiras, cresceram mercadologicamente e passaram a auferir mais lucros.

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